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Suprimento Semanal IV

Boa noite, Artilheiros. Em dia de #FF no twitter (aliás, já me segue? Sou o @lucasbaranyi!), chegou a vez do #SS no AC. Um livro, um filme, um álbum, pra que você não tenha desculpa na hora de falar que não tem “nada pra fazer” no final de semana. Bora?

O livro

Assombro (Chuck Palahniuk)

É através de Guts, conto que já fez pelo menos 73 pessoas desmaiarem, ao ser lido em uma exibição pública, que a maioria das pessoas conhecem esse livro. Algumas também acabam conhecendo, dessa forma, Chuck Palahniuk, responsável por Clube da Luta e muitos outros sucessos. A história? 18 escritores recebem a proposta de escreverem seus “melhores livros”. Conseguirão isso ao se isolarem da sociedade por três meses. O que eles não sabiam, é que o local cujo isolamento ocorreria seria um teatro abandonado. Ali, presos e alvos de uma macabra “experiência”, eles acabam por escrever contos e poemas, no mínimo, perturbadores. O livro carrega a linguagem ácida e inteligentíssima de Chuck, e o conto supracitado é um dos pontos altos da obra. Você pode lê-lo (e ter uma base do que te espera) clicando aqui.

O filme

Código de Conduta (F. Gary Gray)

Eu tinha uma porrada de filmes pra indicar pra vocês, como devem imaginar… Mas Código de Conduta foi o filme que prendeu minha atenção por seu roteiro interessante: um homem (Gerard Butler) perde sua esposa e sua filha, assassinadas em um assalto à sua casa. Seu advogado (Jamie Foxx, a cada filme mais sensacional), para evitar que seu nível de condenações abaixe, decide optar por uma estratégia mais segura no julgamento e faz um acordo com o assassino. Toda a história, então, gira no quão longe pode ir um homem que não tem absolutamente nada a perder.

Com boas cenas de ação e diálogos interessantes, Código de Conduta é o tipo de filme para se assistir em um final de semana, com muita coisa pra beliscar ao lado.

O disco

The Resistance (Muse)

Já resenhado no AC, um dos melhores álbuns de 2009 é o conjunto de gravações mais contraditórios da banda européia, por fugir de suas origens pesadas para mergulhar de cabeça em um rock com influências clássicas e, por que não, melódicas?

The Resistance é o meu álbum favorito da banda e, em muitas faixas, me faz lembrar de Queen. As faixas recomendadas pelo Artilheiro que vos escreve para ouvir primeiro são Uprising, The Resistance e Guiding Light (esta última, com um solo que lembra de maneira assustadora Brian May, guitarrista do Queen).

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