Archive for the ‘Games’ Category
Star Wars: The Old Republic
Qualquer jogo que carregue Star Wars em seu título vai, de uma forma ou de outra, ser bom. Eu joguei, durante muitos anos, Star Wars: Gallactic Battlegrounds, que parecia – e eu aproveito para parafrasear um amigo – “um mod de Age of Empires“. E ele não está errado: o jogo tem os exatos mesmos mecanismos e o mesmo gameplay. A diferença que torna Gallactic Battlegrounds melhor que AoE? O jogo se passa nas galáxias de Star Wars. Se passa em planetas como Naboo, Hoth e Alderaan. As campanhas (9, se a memória não me falha) te colocam pra jogar com perrsonagens icônicos da saga, fazendo o jogador vivenciar situações retratadas nos filmes. E eu repito: o jogo tinha a mesma base de AoE.
O que dizer, então, de Star Wars: Jedi Academy II? O primeiro jogo que te permitia, de fato, manusear o sabre de luz utilizando simplesmente o mouse. Golpear para a esquerda? Clique e arraste o mouse para aquela direção. Os gráficos do jogo eram razoáveis, mas o que realmente fazia a diferença era, além do controle do seu lightsaber, poder criar seu próprio personagem.
As coisas evoluíram, e nós chegamos à nova era dos games. Para dividir águas quando falamos dos jogos da saga, chegou Star Wars: Knights of the Old Republic (também conhecido como KotOR), primeiro jogo de RPG da saga, que te permitia criar – agora com uma riqueza bem maior de detalhes – seu próprio personagem. Mais que isso, as decisões que você tomava com seu “avatar” influenciavam o rumo da história. Suas ações delimitavam se você iria para o Dark ou Light Side da Força. O fim do jogo dependia exclusivamente das suas decisões com o passar da narrativa. Lembro-me de perder meses jogando KotOR, maravilhado com a riqueza de detalhes, com a engenhosidade da história… Com o que a LucasArts, junto com a Bioware, haviam feito. Merecidamente, ganhou vários prêmios – incluindo “Game do Ano”. KotOR 2 foi lançado 2 anos depois (2003 – 2005, respectivamente); o jogo não trouxe muitas inovações, mas foi muito bem recebido pelos fãs e pela crítica em geral.
As coisas, porém, mudaram. E, ignorando qualquer outro jogo de Star Wars já feito, está previsto para o ano que vem o lançamento de Star Wars: The Old Republic ou, como eu prefiro catalogar, o jogo que irá aniquilar minha vida social. Quer entender o porquê? Vamos começar com dois trailers.
Esse primeiro foi lançado há pouco mais de um ano, e foi o suficiente pra explodir minha cabeça em milhares de pequenos pedaços. Amigo, eles jogaram uma nave de transporte dentro de um Templo Jedi. Se você sabe o quão awesome é isso, você é tão nerd quanto eu e pode continuar lendo esse texto. Se não, só vê o segundo trailer, vai.
Acho que já vi esse trailer mais de dez vezes, e ele nunca perde a graça. Nunca perde a emoção. Mas, meus grandes amigos cornetas não perderam a chance de mimimizar minha empolgação ao me lembrar que trailers são trailers, e eu teria que aguardar até ver o gameplay da coisa toda. Então tó:
Foi como pegar as batalhas espaciais de BattleFront II (um dos jogos mais sensacionais da saga) e colocar em um MMO. Meu amigo, quer mais o que?
Na internetz você encontra mais vídeos falando das classes (sim, nós poderemos escolher 4 classes de cada lado), introduzindo detalhes sobre as principais esquematizações do game e muito mais. Eu prefiro não falar mais disso por agora, pra não surtar mais. Afinal de contas, preciso aproveitar minha vida social (que já não é lá muito agitada) até a metade de 2011 (data prevista para o lançamento do jogo): depois disso, só saio do quarto quando minha barba estiver do tamanho da barba do Alan Moore.
Star Wars pode voltar ao cinema
De acordo com o site Total Film, o game Star Wars: The Force Unleashed, lançado em 2008, pode ser adaptado ao cinema. O jogo, que conta a história de um aprendiz secreto de Darth Vader, foi recorde de vendas das empresas de George Lucas, o criador da imortal saga. Foi anunciada, também, a segunda parte do jogo, a ser lançada aqui no Brasil no final de outubro. Veja o trailer abaixo.
Bombardeio VII – Video-games
Em 1947, um sistema precário semelhante a um radar seria patenteado por Thomas T. Goldsmith Jr. e Estle Ray Mann. Nascia o pai (avô, bisavô) daquilo que conhecemos como video-game. A partir daí, essa forma de entretenimento aprimorou-se e tornou-se, passo a passo, uma indústria presente na cultura pop e na vida de cada um. Veja a história de cada artilheiro no mundo dos games.
Marcel
Seria impossível falar da nossa geração sem falar de video-game. Aliás, o termo video-game só me remete aos clássicos. Meu primeiro grande presente, dado por meu pai, no alto de sua sabedoria, foi um Mega-Drive. Sim, eu estava na contramão do mercado – aos meus 6 anos, enquanto todos tinham Super Nintendo. Sempre preferi Sonic ao Mario, mesmo sem saber que por detrás disso já rolavam rios de dinheiro. E é bem assim que ainda vejo os games. Não consigo vê-los como algo essencialmente mercadológico – refiro-me aos meus favoritos. E nem efêmeros como as outras peças de tecnologia, que evaporam e obsoletam em semanas. Os bons games são sim, como bons filmes. Ou ainda, em outros casos, até mais emocionantes, pois você se sente ativo na história, participante de tudo. Fiz uma homenagem ao universo dos jogos antes desse bombardeio, tatuando em meu braço direito uma marca única e eterna na minha vida: Final Fantasy X, uma tatuagem que eu sofro para explicar sempre que me perguntam. Então não me pergunte. E jogue muito.
Luke
Como filho único, minha infância resumiu-se, graças a meus pais, em duas vertentes. Os filmes e os jogos. Quem pensa, porém, que meu pai era o responsável pela parte dos jogos, está redondamente enganado. A responsável por terminar Super Mario World comigo foi minha mãe, enquanto meu pai reservava-se a me ensinar o que um bom filme de guerra precisava ter, e como o Episódio IV era o melhor da trilogia clássica. Os papéis se inverteram quando eu adentrei a adolescência e ganhei meu Playstation 2. Partidas épicas de futebol nos, adaptando a pronúncia brasileira, Uíngueleven, em que quase sempre o jogo acabava porque meu pai tinha 4 jogadores expulsos antes que o primeiro tempo chegasse ao fim. O tempo, porém, é irônico… E hoje, um sábado à noite, eu olho para minha esquerda e encontro um PlayStation 3 cuja atual utilidade é me servir como player de DVD, e um pouco mais abaixo, na cômoda, um Super Nintendo que era algo da minha diversão em uma enfuriecida partida de Mortal Kombat 3 (game que me rendeu diversos pesadelos quando criança). No fim das contas, é muito legal jogar games épicos em que você avança por cenários e mais cenários, como God of War 3, mas nada se compara à lançar uma tartaruga verde no seu adversário, jogando Mario Kart, e acertar o desgraçado.
Tauil
Podem falar o que quiser, me chamar de saudosista, mas nada até hoje conseguiu superar o Super Nintendo. E não me refiro somente ao Mario, que é de longe a melhor linha dos games, mas a vários clássicos que habitarão o meu subconsciente videogamístico (?) para sempre. Goof Troop, Megaman, Tartarugas Ninjas, Bombermen, Zombies ate my neighbors, Donkey Kong, Earthworm Jim, Mickey e Donald etc. etc. Essas supertecnologias fodásticas são realmente interessantíssimas, mas sempre que estou jogando algo atual, quando preciso pensar num modo de passar pelo inimigo, automaticamente eu procuro algum vaso para arremessar contra ele. Não passa de imediato pela minha mente que eu vou precisar dar um headshot ou elaborar uma complexa armadilha, eu quero mesmo é pular na cabeça dele, ouvir um ploc e vê-lo diminuir de tamanho. E essa é a minha maior bronca com os games de hoje em dia: não existe mais simplicidade.
Alice
Você tem um Super Nintendo, um Playstation 2 e um irmão mais novo. Não há muito mais a se pedir. Não consegui contar quantas vezes quase nos matamos por causa de um jogo, mas foi um grande feito ter sobrevivido depois de tantos Fatalities. O segredo é dar o sangue por um punhado de píxeis: taí porque, pra mim, poucas coisas têm tanta emoção quanto Super Mario World. Mario cai no abismo, você vai junto. Mas, apesar disso, minha infância não foi tão videogamística assim. Passei a maior parte do tempo caindo de um algum lugar, apostando corridas de bicicleta e lendo gibis. E esse é um dos poucos pontos em que me recuso a trocar a realidade por qualquer outra coisa.
As novidades da E3 2010
Artilheira Colaboradora: V
Enquanto você estava aí se preparando para a Copa do mundo, outras pessoas estavam preparavam-se para ir a Los Angeles, ver a E3. E pra você que está se perguntando “mas que diabos é isso de E3”, vou explicar. A E3, ou a Electronic Entertainment Expo, nada mais é do que a maior e mais importante feira internacional de games eletrônicos, onde as diversas empresas do setor estão presentes para apresentar, digamos assim, suas novidades (ou seja, só pra te deixar babando até que esses jogos e acessórios legais realmente comecem a vender).
A E3 2010 foi do dia 14 ao 17 de junho e essa, em especial, trouxe muitas novidades no mundo dos games, principalmente a Nintendo… Mas vamos por partes.
Kinect, PS Move e novos controles de movimento
A Sony foi a primeira a apresentar seus jogos e acessórios, e uma de suas novidades (isso se não for a maior delas) é o PS Move Controller, para o Playstation 3 que, assim como o controle do Nintendo Wii (o Wii Remote), funciona com movimentos. A vantagem em relação ao Wii Remote é que o Move não precisa de pilhas, que foram substituídas por um carregador. Há também, juntamente com o Move, o Move Shooting, onde você coloca o controle e usa como se fosse uma arma. O acessório já tem data de lançamento no mercado: 19 de setembro, mas só na América do Norte.
O Kinect foi apresentado pela Microsoft para o Xbox 360, e segue o mesmo esquema do PS Move, só que aparentemente mais legal: ele não tem um controle, e sim uma câmera, que funciona com comando de voz integrado, e o mais legal é que, através de uma luz infravermelha invisível, a câmera vê você perfeitamente, e através de alguns softwares ela rastreia 48 pontos do seu corpo, responde ao movimento deles no Xbox 360, com suporte para até dois jogadores simultaneamente… Ou seja: se você quiser jogar com duas pessoas com o Move, precisará de dois Moves. Se quiser jogar seu Xbox 360 com duas pessoas, só precisá de uma câmera (o Kinect). Os únicos problemas do aparelho são o preço, que é praticamente o triplo mais caro que o Move Controller, e sua utilização que, por enquanto, só funciona se você estiver de pé.
Sony Computer Entertainment
No geral, além do Move (que foi meio apagado na apresentação da Sony por causa dos jogos que serão lançados), a Sony não trouxe nada demais. O principal da companhia, nessa E3 foi, o jogo Killzone 3, que irá utilizar da tecnologia 3D no PS3, e o PS Move, assim como o Resident Evil: Gold Edition.
Em relação a Assassin’s Creed: Brotherhood (já o terceiro) a Ubisoft trará algo novo: o modo multiplayer. Só espero que esse terceiro não seja como os dois primeiros, que são ótimos quando você começa a jogar e, no decorrer, ele fica tão repetitivo nas missões que você acaba desistindo de terminar.
Outros jogos legais foram divulgados, como Portal 2, Dead Space 2, God of War: Ghost of Sparta, Gran Turismo 5 e Mafia II.
Microsoft
A grande atração da Microsoft foi realmente o Kinect, mas, além dele, anunciou-se a venda, nos Estados Unidos, de uma versão mais comacta do Xbox 360. Quem particiou do evento, aliás, recebeu essa nova versão.
Fora isso, nada demais foi apresentado – sem considerar, obviamente, os jogos lançados: Kinectimals, Halo: Reach, Gears of War 3 (que deve ser muito bom), Metal Gear Solid: Rising (pela Konami) e Crysis 2 (pela Eletronic Arts).
Alcance o paraíso
A Nintendo foi, na minha singela opinião de jogadora, a campeã da E3 2010. Ela conseguiu unir inovação e nostalgia no que fez. E, antes que me chamem de puxa-saco, aviso: este título nada mais é do que significa a palavra Nintendo.
Sua estrela, nesse evento, foi a nova versão do Nintendo DS, o Nintendo 3DS, que é igualzinho o Dsi XL, só que em 3D e sem aquele óculos ridículo. Além disso, a tela também é sensível ao toque. Legal, né? Agora junte esse Nintendo 3DS à clássicos da Nintendo como Zelda: The Ocarina of Time, Starfox 64. Foi isso que a Nintendo fez! Esses jogos em 3D. Além disso, também temos para o 3DS o Paper Mario, Mario Kart 3DS, e Kid Icarus: Uprising, que é um antigo e clássico jogo que agora retorna ao videogame.
Além disso, mostrou praticamente a volta de Epic Mickey. Sim, o Mickey comum, mas com um jogo aparentemente mais sombrio, e feito exclusivamente para o Wii. E pra você que adora a Samus, lembraram dela com a nova versão de Metroid: Other M, também para Wii. O novo Zelda: The Legend of Zelda: Skyward Sword, cujo presidente da nintendo, Shigeru Miyamoto, apresentou na conferência. Foi meio atrapalhado, pois o Wii Remote será usado como escudo e espada no jogo… Mas os fãs da franquia irão gostar, sem sombra de dúvidas.
A Nintendo inovou também com Kirby, fazendo o primeiro jogo dessa fofa bolinha rosa para Wii. É, pra mim, o jogo mais criativo e bonitinho que já vi. Os cenários e personagens (incluindo o Kirby!) são feitos com lãs, tecidos, linhas, botões e zíper. Fofo, como todo jogo do Kirby, e com certeza o mais criativo de todos. Seu nome? Kirby’s Epic Yarn.
Outro jogo, que de certa forma inovou, foi o PokéPark Wii: Pikachu’s Adventure, o único da série de Pokémon, em forma de aventura. Parece legal.
Enfim, eu poderia escrever muito mais sobre o evento, sobre mais jogo, como Castlevania, Silent Hill, Star Wars, e muitos outros, mas essas informações com certeza são as mais importantes, além disso aqui já ser muito coisa pra vocês lerem.
Sobre a Artilheira Colaboradora
Verônica de Carvalho, ou simplesmente V, não é boa em se definir. Costuma acreditar que é um paradoxo. Na dúvida, prefere falar do que gosta. Gosta mais de ler do que escrever, de qualquer tipo de arte, prefere ficar em casa ao sair, ver um filme uma vez pra ver, e a segunda pra pensar. Observa detalhes que ninguém vê, ama jogar, ama a Nintendo e, se pudesse, teria todos os video-games do mundo. É pessimista, adora russos psicopatas (o que pode ser verdade… ou não). Dizem que é uma psicopata, mas no fim das contas é mais boazinha do que parece ser. Nas horas vagas cursa jornalismo na mesma sala dos Artilheiros Marcel e Luke.
A grande atração da Microsoft foi realmente o Kinect, mas além dele, foi anunciado que será vendida nessa semana, nos Estados Unidos, uma nova versão mais compacta do Xbox 360. Os participantes do evento, receberam a nova versão.
Tirando isso, nada demais, além dos jogos, que foram: Kinectimals, Halo: Reach , Gears of War 3 (esse deve ser bem legal), Metal Gear Solid: Rising pela Konami, e Crysis 2 pela Eletronic Arts.
Concurso Cultural #Xbox360
Lembram do meu Palavreado, falando de videogames antigos e toooda aquela nostalgia? Então, pelotão. Eu não retiro o que disse (até porque, de uns dias pra cá, minha única missão tem sido terminar o Super Mario World), e sempre vou gostar de me render aos tempos que minha maior preocupação era a sobremesa depois do jantar… Mas eu cresci. E agora, uma das minhas preocupações é saber todas as novidades relacionadas aos novos videogames do mercado. Sejamos sinceros: existem apenas dois consoles que dominam o mercado, quando falamos de novas plataformas e inovações. Um deles é o XBox. Sonho de consumo do Artilheiro Scognamiglio, meu e provavelmente de todos os soldados lendo esse post, a plataforma dispõe de jogos sensacionais. Não obstante, a Microsoft decidiu inovar ainda mais, e preparou um concurso cultural imperdível, que vai premiar os vencedores com 3 XBOX-360 novinhos e únicos. Quer entender direito como faturar essas belezinhas e o porquê deles serem únicos? Prepare as armas, soldado: essa missão é pra você.
Alexandre Cruz (Sesper), Felipe Yung (Flip) e Walter Nomura (Tinho) formam a Família Baglione (relaxa, galera, não é a família restart) – que compõem grupo de artistas urbanos contemporâneos com atuação global –. Eles vão transformar o visual dos 3 consoles e torná-los em algo bastante fora do convencional. Agora você já sabe o prêmio, mas… Como participar?
O concurso
Arte, criatividade e imaginação serão os responsáveis pela premiação de três kits oficiais Xbox Arcade 360 com console personalizado. A promoção começou dia 02/06, através do site da promoção, e terá a duração de um mês. A pergunta que deverá ser respondida pelos competidores é simples:
Para você, o que é arte 360?
Pra concorrer, você precisa:
- Seguir a @XboxB;
- Colocar a hashtag #Arte360 ao fim da resposta (pro pessoal identificar sua participação no concurso);
- Mandar uma frase como o velho passarinho azul pede: com, no máximo, 140 caracteres.
As três frases mais criativas serão premiadas com os consoles, e o Artilharia Cultural convoca todos seus leitores para entrar nessa brincadeira. Afinal de contas, vai que você ganha um XBOX-360 por nossa causa? Vai ficar me devendo, pelo menos, uma partida de PES 2010.
AVANTE, SOLDADOS!
Palavreado IX: A Nostalgia de um Gamer
Eu voltei, galera. Eu sei que a saudade tava batendo forte, e vocês já estavam indo afogar as mágoas num belo whisky… Mas o Artilheiro favorito de vocês (depois do Marcel, do Tauil e da queridíssima Alice) está de volta, para mais um Palavreado. E hoje não vamos debater sobre nenhum tema, não iremos falar de política, tampouco da minha mãe. Hoje eu quero contar uma história pra vocês. A história de como, no fundo, nós acabamos nos rendendo à infância. Sempre.
Eu comprei um Playstation 3 há algumas semanas. Um tesão, caros leitores. Um tesão. Os novos consoles, Playstation 3 e Xbox360, te dão a mesma sensação de ter a Scarlett Johansson e a Megan Fox, respectivamente, te esperando para desfrutar de tudo o que elas tem a oferecer.
O que importa é que a nova geração de consoles é simplesmente sensacional. Indescritível. Incomparável. Insuperável (até que a nova geração venha, e assim consecutivamente). Eu estava maravilhado com o PS3, até que algo inusitado (para usar um belo eufemismo) ocorreu.
Estava eu na casa de uma amiga (@larissagould), conversando sobre uma infinidade de coisas, até que eu soltei uma frase que nem precisa ser dita para muitos que convivem comigo há anos: mulher que é mulher joga videogame! Rindo, ela começou a mexer embaixo da cama e puxou uma caixa. O conteúdo da caixa era como aquela de Pandora. Era como o auge de tudo. Era atingir o inatingível. Dentro daquela caixa, jazia um Super Nintendo.
UM SUPER FUCKING NINTENDO.
Pensei em bater com a caixa na cabeça dela e, enquanto ela se recuperava do baque, fugir. Preferi partir para o diálogo e depois de implorar algumas dezenas de vezes, ela me emprestou o console. Quando eu fui olhar as fitas (FITAS!), fiquei com os olhos quase marejados. Dentre elas, estava Super Mario World e o principal motivo de pesadelos aos meus 7 anos e meio de idade: Mortal Kombat 3.
Não é por nada não, mas… Nostalgia é uma das coisas mais gostosas desse mundo. Porque aqui ta o Playstation, com suas infinidades de demos, com rede para jogar online com meus amigos, com gráficos fuderosos e tudo mais que um console next-gen deve ter. Mas meu irmão… Só no Super Nintendo você assopra a fita.
Sem mais.
IMPORTANTE!
O Artilheiro amado de vocês mudou de twitter. Sigam-me de novo, no atual: @lucasbaranyi
Left 4 Dead 2
Um mundo dominado por zumbis. Quatro sobreviventes armados até os dentes. Um longo caminho a percorrer. Tem como dar errado?
O jogo começa no alto de um prédio com um helicóptero indo embora. Tudo indica que as forças armadas dos EUA evacuaram as pessoas para algum local seguro e esqueceram de você. Por sorte, você não está sozinho. Quatro cidadãos de personalidades diferentes que deverão ser superadas em nome da sobrevivência. São eles:
Nick é o malandro, apostador, beberrão. Quer sempre levar vantagem e pegar as melhores armas. Rochelle tem o perfil da típica mulher classe-média americana, batalhadora e independente – bem independente. Coach é o gordo da história e contraria a lei de que o gordinho sempre se dá mal: como técnico de futebol americano, é ele quem entende de violência mano a mano. E por fim, Ellis, um mecânico que, como todo adolescente, crê piamente em sua imortalidade.

Seu objetivo é muito simples: na pele de um dos sobreviventes, pegue as armas que aparecerem no caminho e abra caminho contra as hordas de zumbis sedentos por comida. Correr com uma frigideira na mão, embora seja divertido, certamente não é uma boa opção: sem uma estratégia traçada você dificilmente sobreviverá. Os zumbis realmente avançam em massa e contam com personagens especiais, como por exemplo o Charger, um bicho imenso de força sobrenatural ou o Hunter, um zumbi ágil que pulará em sua cabeça. O melhor do jogo é a equipe. Sem ela, nada feito. Por exemplo, uma vez incapacitado por esses zumbis modificados, você só poderá voltar ao jogo quando algum colega te ajudar a levantar. E, acredite, a I.A. desse jogo é boa! O computador, além de saber se curar, te poupa de muito esforço.
São cinco campanhas no total. Cada uma com cenários e zumbis muito diferentes. Por exemplo, na campanha do Parque de Diversões (a minha preferida, diga-se de passagem), no meio dos mortos-vivos despontam alguns palhaços. Essa variedade de, digamos, “figurino”, dificulta o cansaço pela mesmice. Afinal, o jogo é baseado em apenas uma fórmula: correr, atirar, correr, cortar, correr e sobreviver. No final de cada campanha há uma espécie de fase final, mais difícil e com algum outro objetivo que não seja simplesmente matar, como por exemplo encher o tanque de um carro com gasolina para sua fuga.
Além desse ponto negativo, tem uma coisa só a mais: as armas brotam do chão. Todo tipo de arma espalhadas por todo o mapa. “Sem elas não haveria graça”, diz você. Eu sei, meu bem. Mas ficou um pouco exagerado. O que eu estou dizendo é que, se por acaso você entrasse em uma padaria (o que não acontece), procurando entre os pãezinhos de sal você encontraria uma shotgun automática.
Altamente recomendável o jogo em multiplayer. Primeiro porque sozinho perde-se muita coisa, inclusive com quem compartilhar a graça dos diálogos irônicos dos personagens. Segundo porque os zumbis não são mais como antigamente. Não se rastejam pelas ruas dizendo “cérebro”. Agora eles pulam de prédios e correm mais que uma criança imperativa.
Mas se isso tudo ainda não te convenceu, veja o trailer ou arrume algum jeito de jogar. Ah, e, vai por mim: se você encontrar uma mulher chorando, desligue sua lanterna e não a perturbe jamais.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dSfsMJgypdw]
Left 4 Dead 2
Nota AC: 9
Plataforma: X-BOX 360
Call of Duty: Modern Warfare 2

A indústria dos games cresce exponencialmente. Ignorando crises econômicas e problemas relacionados à pirataria (causados pelas próprias produtoras, que reclamam da pirataria mas, ao invés de abaixarem os preços para combater o seu maior problema, cruzam os braços, mantém os preços altos e continuam a chorar), podemos dizer que a evolução desse ramo chega a ser assustadora. O ramo dos jogos supera até Hollywood. Falando em Hollywood, há de se comentar que os grandes jogos assemelham-se a produções cinematográficas, com enredos repletos de reviravoltas, efeitos especiais incríveis e diálogos sempre cheios de efeito.
Jogos de guerra nem sempre precisaram de histórias complexas. Geralmente, o enredo já se montava sozinho (há uma infinidade de jogos baseados na segunda guerra mundial, por exemplo); sua única necessidade era “viver os acontecimentos”. A própria série Call of Duty utilizou, em alguns títulos, premissas da própria 2ªGM.
Os tempos, como já foi dito, mudaram. A série Call of Duty, também. Muitos devem conhecer – e provavelmente já jogaram muito – o título anterior da série: Modern Warfare. Distanciados da 2ª guerra, a história gira em torno de um país no Oriente Médio que sofre um golpe de estado e vai parar nas mãos de um ditador e sua milícia armada. Cabe então a americanos e ingleses a retaliação ao poderoso e maléfico ditador, antes que catástrofes abalem a paz mundial. No primeiro jogo, você joga como o soldado “Soap”, liderado pelo fanfarrão Capt. Price. O jogo segue um roteiro linear, e a história é desenrolada de uma maneira muitíssimo clara.
Por que eu disse tudo isso? Porque há pouco tempo foi lançado o que, para o escritor que vos digita, o melhor jogo do ano: Call of Duty – Modern Warfare 2. E é dele que vamos falar agora.

A História:
O jogo se passa em 2016. A milícia combatida no jogo anterior foi destruída, mas não pode ser reconstruida. Foram eles os responsáveis pela destruição de uma ogiva nuclear em pleno solo americano. Soap McTavish, o soldado cujo jogador havia encarnado no primeiro jogo, agora é um capitão da Força Aérea. Você encarna, então, o papel de Roach, subordinado direto de Soap. Junto de um grupo de soldados, a missão é clara: garantir a paz, por qualquer meio necessário.
O Jogo:
A Infinity Ward investiu pesado no jogo como um todo. A variedade de armas é impressionante – eu já terminei o jogo, e tenho certeza que não cheguei a usar todas as armas -. A história passa por reviravoltas típicas de blockbusters hollywoodianos; o enredo é cativante. O game te faz passar por mais uma trama paralela – que envolve os rangers americanos e te coloca na pele de um típico soldado yankee -, o que permite um desenvolvimento ainda maior de cenários heterogêneos (enquanto os rangers atuam nos Estados Unidos, a Task 141 (o grupo especial de Soap e Roach) chega a passar da Rússia para o Rio de Janeiro, e então para um oleoduto no meio do nada. Falando em Rio de Janeiro, aliás, a única falha da Infinity foi ter colocado o nome do “famoso traficante” cujos soldados tem que perseguir de Alejandro Rojas. Os traficantes falam português, o que é um milagre (brasileiros do Hulk, estou olhando para vocês); não custava dar um nome brasileiro para o desgraçado?
Sem mais delongas, Modern Warfare 2 consegue o que poucos jogos fazem: te grudar na frente do PC até que você consiga terminar o game. Essa, aliás, foi uma das únicas reclamações do público gamer: o jogo, que é dividido em 3 atos, tem a história mais curta (apesar de muito mais profunda) do que o primeiro Modern Warfare. Ainda não tive a chance de experimentar o modo multiplayer, mas sites gabaritados (como o Jovem Nerd e o Judão) já falaram muito bem deste artifício que é sensacional em Modern Warfare e deve ter evoluído muito mais na sua continuação.
O Artilharia Cultural jogou, endoidou e agora recomenda com a força de um Navy Seal o melhor jogo de 2009: Call of Duty: Modern Warfare 2.











